
Senador Sérgio Moro (União Brasil-PR)
A Previ, fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, tinha registrado um superávit de 14,5 bilhões no Plano 1 em 2023, que subtraido do déficit corrente apresentado no ano passado resulta num valor negativo de R$ 3,16 bilhões, que representa o déficit acumulado pela entidade nesse plano ao final de 2024.
Moro também questionou, no convite à Fukunaga, suas qualificações para o cargo de presidente da fundação. "Houve controvérsias sobre a qualificação necessária para ocupar esse cargo, se fosse aplicada a Lei das Estatais, sua indicação teria sido vedada. Há uma auditoria em curso pelo TCU que aponta concentração de ativos na Vale. Precisamos saber de suas qualificações e entender do que se trata esse déficit e se coloca a aposentadoria dos funcionários do Banco do Brasil em risco”, explicou Moro na justificativa do convite ao depoimento de Fukunaga.
O convite para comparecer à CTFC não é uma convocação, portanto o presidente da Previ não é obrigado a comparecer. Mas Moro já avisou que “caso o Fukunaga não compareça, irei convocar o Ministro da Fazenda (Fernando Haddad), pois o BB está sob sua asa".