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Em compasso de espera Crise política reduz negócios no mercado de dívidas corporativas, as que ainda se preparavam para emitir suspenderam os planos 

Vanessa Fiusa, do Mattos Filho
Vanessa Fiusa, do Mattos Filho

Edição 293

 

Mercado de Capitais em Maio - Doméstico (em pdf)

Mercado de Capitais em Maio - Externo (em pdf)

Mercado de Capitais Jan/Maio - Doméstico (em pdf)

Mercado acionário está caro, diz estudo do BofA Para especialistas ouvidos pelo banco, mercado de ações americano apresenta preços mais elevados

Edição 293

 

Um número recorde de gestores de recursos avalia que o mercado global de ações está acima de seu preço justo, de acordo com pesquisa do Bank of America Merrill Lynch (BofA). O levantamento mostra que 44% dos 210 gestores ouvidos pelo banco de 2 a 8 de junho, e que tem sob sua responsabilidade aproximadamente US$ 596 bilhões em ativos, entendem que o mercado acionário global está sobrevalorizado, contra os 37% observados na pesquisa anterior de maio.
Na divisão regional, um percentu

Disputa pelo crédito Gestores especializados assediam os fundos de pensão para negociar carteiras de créditos inadimplentes 

Alexandre Câmara, do BTG Pactual
Alexandre Câmara, do BTG Pactual

Edição 292

 

Os fundos de pensão, com carteiras de crédito contaminadas por calotes, estão sendo cortejados fortemente por empresas que atuam no nicho de recuperação de créditos inadimplentes. Após a mais severa crise de crédito ter abatido muitas empresas no país, derivada da recessão e dos desdobramentos de escândalos como o da Lava Jato, as fundações viram o nível de calotes em suas carteiras saltar e ameaçar os seus balanços. Entre as opções para reverter essas perdas, a venda ou cessão desses crédit

Smart beta entra em jogo

Paula Salamonde, da MSCI
Paula Salamonde, da MSCI

Edição 292

 

Os fundos de índice com exposição a fatores, conhecidos como smart beta, devem começar a entrar nas estratégias dos fundos de pensão que voltam à renda variável. Os smart beta começaram a ser debatidos no Brasil em 2014, mas devido à crise político-econômica que começou no País em 2015 e se estendeu até o final do ano passado, o tema ficou suspenso enquanto investidores buscaram se proteger por meio de investimentos em renda fixa. Agora, com o mercado de capitais já demonstrando alguma recup

A bola da vez Gestores esperam que small caps tenham performance acima da média no mercado nos próximos meses, beneficiadas pela retomada da economia

Jorge Ricca, da BB DTVM
Jorge Ricca, da BB DTVM

Edição 292

 

Os gestores de recursos que atuam na renda variável acreditam que o desempenho das small caps deve ser superior ao dos demais papéis negociados no mercado brasileiro nos próximos meses. Essa tendência, que já se observa no início de 2017 – o índice de small caps da bolsa sobe cerca de 25%, contra 12% do IbX – deve prosseguir durante o segundo semestre, na avaliação dos especialistas. Entre as razões para a aposta eles citam os relevantes ganhos já apresentados pelas large caps em 2016 e tamb

Vencimentos em série Vencimento expressivo de títulos públicos indexados à inflação força fundações a buscarem alternativas para destinação dos recursos

Mário Ribeiro, da Fundação Promon
Mário Ribeiro, da Fundação Promon

Edição 292

 

Um grande lote de títulos públicos indexados à inflação vai vencer ao longo de 2017, montante que os gestores do mercado estimam entre R$ 50 bilhões a até R$ 90 bilhões, o que tem levado os fundos de pensão e as assets a buscarem alternativas para realocar esses recursos. Algumas entidades, como a Previ e a Fundação Itaú, irão utilizar os vencimentos das NTN-Bs e NTN-Cs para honrar compromissos com seus participantes, mitigando um potencial risco do reinvestimento, ajudar no cumpri

Fundações desinvestem em renda variável Entidades como Previ e Petros vendem posições em companhias listadas

Edição 292

 

As grandes fundações de estatais recentemente realizaram desinvestimentos na carteira de renda variável, aproveitando oportunidades do mercado para gerar mais liquidez e rentabilidade aos seus planos. Um dos movimentos realizado foi a venda conjunta da CPFL Energia, realizada no ano passado. O controle da companhia, vendida para a chinesa State Grid, se dava por meio da holding Bonaire, da qual participava Petros, Funcesp, Sistel e Sabesprev. A Previ também possuía participação independente

Inflação e juros em queda Com desinflação, queda da Selic e aprovação do teto dos gastos, o mercado já aposta na retomada das atividades econômicas no segundo semestre

Edição 289

 

Consolidados das projeções macroeconômicas / Consolidado das projeções de demanda por ativos / Projeções Macroeconômicas para o final de 2017 / Projeções de Demanda de Ativos para final de 2017 (em pdf)

A edição 288 da revista Investidor Institucional, que circulou em dezembro/janeiro deste ano, saiu com um erro de edição na tabela “Projeções macroeconômicas para o final

Desinflação é a boa nova Em meio à forte recessão e crise política, a boa notícia da virada do ano é a retração do ritmo inflacionário que permitirá aceleração no corte da Selic

José Pena, da Porto Seguro
José Pena, da Porto Seguro

Edição 288

 

Projeção para o final de 2017 / Projeções de demanda por ativos ao final de 2017 / Projeções Macroeconômicas

Não há muito para comemorar na economia em 2016 e o próximo ano não promete uma forte recuperação da atividade econômica. A crise política e o cenário internacional incerto ainda inibem o consumo das famílias e os investimentos das empresas. Em meio à enxurrada de indicadores negativos,

Retornos sem sustos Gestores preveem que institucionais devem obter rentabilidade suficiente para bater metas sem incorrer em riscos demasiados ao longo de 2017

Frederico Sampaio, da Franklin Templeton
Frederico Sampaio, da Franklin Templeton

Edição 288

 

Projeções de Demanda de Ativos

Apesar do cenário de queda da taxa de juros previsto para 2017, o segmento de títulos públicos deve continuar aquecido entre os institucionais ao longo dos próximos meses, seja para aproveitar as oportunidades ainda existentes entre os ativos atrelados à inflação ou para se posicionar nos pré-fixados, que são os mais beneficiados com a redução da Selic. A retomada econôm