O Ibovespa, principal índice da B3, fechou nesta terça-feira (22/9) em alta de 0,44%, aos 187.422,92 pontos, apoiado pela melhora do ambiente externo e pelo desempenho de ações locais de grande peso. Em Nova York, o Dow Jones caiu 0,36%, enquanto o S&P 500 subiu 0,01% e o Nasdaq avançou 0,45%.
O petróleo caiu pela quinta sessão consecutiva e voltou a fechar abaixo de US$ 100 por barril. O Brent recuou 1,09%, para US$ 99,25, diante das conversas entre Estados Unidos e Irã e dos sinais de aumento do fluxo da commodity na região.
Outro fator que animou os mercados foi a divulgação da ata do Copom. O documento relacionou o corte da Selic para 13,75% ao ano à desaceleração da atividade e da inflação, mas manteve um tom cauteloso sobre os próximos passos.
Petrobras ON subiu 0,61% e Petrobras PN avançou 0,73%, apesar da queda do petróleo. Vale ganhou 0,39%, mesmo com o recuo de aproximadamente 1% do minério de ferro.
Entre os bancos, Bradesco avançou 1,49%, BTG Pactual subiu 0,71% e Itaú ganhou 0,23%. Banco do Brasil caiu 1,39% e Santander recuou 0,60%.
O Ibovespa oscilou entre 184.976,81 e 187.671,74 pontos. O volume financeiro negociado na B3 foi de R$ 30,2 bilhões.
Câmbio – O dólar caiu 0,11%, fechando a R$ 5,10, favorecido pela redução das preocupações com os preços da energia após as declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre as conversas com o Irã.
No exterior, o DXY, índice que mede o dólar ante uma cesta de seis moedas fortes, subia 0,10% no fim da tarde, aos 100,526 pontos. O indicador chegou a 100,703 pontos durante a sessão.
As perspectivas para os juros americanos permaneceram no radar depois que dirigentes do Federal Reserve reiteraram a preocupação com a inflação e indicaram a possibilidade de uma nova alta. No Brasil, a ata do Copom manteve aberta a possibilidade de novos cortes da Selic.