ABBC, Abrasca e CNC cumprimentam Lula pela reeleição

Presidente Lula após Tribunal Superior Eleitoral (TSE) anunciar oficialmente sua reeleição

Entidades representativas dos setores financeiro, empresarial e comercial divulgaram notas nesta segunda-feira (26/10) cumprimentando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pela reeleição. No segundo turno, realizado no domingo, Lula recebeu 51,79% dos votos válidos, ante 48,21% de Flávio Bolsonaro.

Lula exercerá seu quarto mandato como presidente da República. Ele recebeu 64,26 milhões de votos, contra 59,83 milhões de Flávio Bolsonaro. A posse para o mandato de quatro anos está marcada para 5 de janeiro de 2027.

A Associação Brasileira de Bancos (ABBC) também cumprimentou o vice-presidente Geraldo Alckmin pela reeleição. A entidade manifestou disposição para colaborar com o governo em pautas de interesse do país, com foco no fortalecimento de um sistema financeiro “sólido, eficiente e seguro”. Também destacou a importância do diálogo entre o setor público e a iniciativa privada para o desenvolvimento econômico e o atendimento às demandas da sociedade.

A Associação Brasileira das Companhias Abertas (Abrasca), por sua vez, reafirmou seu compromisso com a democracia, as instituições e o ambiente de negócios. A entidade defendeu uma agenda voltada ao fortalecimento do mercado de capitais, ao estímulo aos investimentos, à segurança jurídica, à previsibilidade econômica e ao aprimoramento da regulação e da governança corporativa.

A Abrasca também ressaltou a importância da responsabilidade fiscal, da estabilidade macroeconômica e do respeito aos contratos. Segundo a associação, esses fatores são essenciais para ampliar a competitividade das empresas e atrair investimentos nacionais e estrangeiros.

Já a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) manifestou o desejo de que o novo mandato seja marcado pelo diálogo, pela responsabilidade institucional e pelo compromisso com o desenvolvimento econômico e social. A confederação defendeu o equilíbrio fiscal, a segurança jurídica, a valorização do empresariado e a redução dos entraves aos investimentos e ao crescimento sustentável.

As três entidades manifestaram disposição para manter um diálogo construtivo com o governo federal e defenderam a cooperação entre os setores público e privado na formulação das políticas econômicas.