Edição 267
Após a BlackRock lançar, em abril do ano passado, um ETF lastreado no S&P 500, a asset do Itaú anunciou neste início de 2015 o lançamento de seu ETF que também tem como benchmark o índice americano. O novo fundo de índice do Itaú será negociado sob o código SPXI11. “É uma alternativa para diversificação do portfólio com acesso a setores pouco representados nos índices locais, tendo ainda exposição ao índice S&P 500 com variação cambial”, explica Tatiana Grecco, responsável pelo produto na Itaú Asset Management.
A taxa de administração será de 0,27% ao ano, e não há taxa de performance. Com o produto, o Itaú passa a ter sete ETFs listados na BM&FBovespa, que somam um patrimônio líquido de R$ 1,3 bilhão, segundo o boletim mensal da bolsa referente a dezembro, sendo o maior o ETF PIBB11, que investe nas 50 ações mais negociadas da bolsa, e que tem R$ 1,16 bilhão.
Itaú e BlackRock são os dois principais concorrentes deste mercado, com maior quantidade de ETFs listados no mercado brasileiro. A BlackRock conta com nove ETFs na Bovespa, que totalizam um PL de R$ 1,71 bilhão, sendo o maior o BOVA11, que replica o Ibovespa, e que tem R$ 1,4 bilhão.
Outros dois gestores que participam do mercado de ETFs são a Caixa Econômica, que também tem um ETF do Ibovespa, lançado no fim de 2012, com PL de R$ 94,8 milhões, e o Banco do Brasil, que lançou em novembro passado o ETF S&P Dividendos Brasil, que busca medir o desempenho dos 30 maiores ativos pagadores de dividendos no mercado brasileiro. O PL desse fundo é de R$ 9,4 milhões.