O Nucleos, fundo de pensão dos funcionários da Eletronuclear, INB e Nuclep, publicou a rentabilidade dos seus quatro planos de benefícios em fevereiro de 2026, sendo o maior deles de benefício definido (BD) e outros três de contribuição definida (CD). O BD rendeu 1,14% no mês e 15,18% no acumulado de 12 meses, frente a metas de 1,04% e 9,19%, respectivamente. O plano possui patrimônio de R$ 4,54 bilhões.
Já os outros três, CD-INB, CD-Eletronuclear e CD-Nuclep, renderam 0,96%, 0,96% e 0,95% no mês e 13,95%, 13,85% e 13,95% em 12 meses, nessa ordem, para objetivos de retorno de 0,89% e 7,49% nos mesmos períodos. Eles possuem patrimônios de R$ 7,15 milhões, R$ 25,65 milhões e R$ 5,71 milhões, respectivamente.
Segundo o gerente de Investimentos do Nucleos, Ruy Costa Ferreira Filho, a fundação tem aumentado a exposição a títulos públicos marcados na curva, a taxas médias significativamente acima das metas atuariais, o que tem contribuído para a boa rentabilidade dos planos, principalmente do BD, cuja exposição à renda fixa é maior. Ele conta que os bons resultados permitiram a revisão do Plano de Equacionamento do Déficit (PED 2021), com redução das contribuições extraordinárias dos participantes em 17,24% e dos assistidos em 17,60% já a partir de abril.