Garantindo o futuro com dois planos complementares

Edição 53

Grupo de funcionários da CCF participa do fundo multipatrocinado da
empresa e ainda contribui com um segundo plano aberto

Um grupo de funcionários da CCF Brasil passou a ostentar, a partir do
início deste ano quando a empresa tornou-se mais uma patrocinadora do
seu fundo CCF Multipatrocinado, dois planos de previdência privada. O
multipatrocinado que a empresa criou no início do ano veio se somar ao
aberto que cerca de 100 funcionários já possuíam anteriormente, e que
resolveram manter. Cerca de 40 pessoas têm o novo PGBL (Plano Gerador
de Benefício Livre) e o restante possui o plano aberto tradicional.
A diferença essencial dos dois planos é que o primeiro conta com a
contribuição da empresa, enquanto o outro, só com o aporte do
participante. “A previdência aberta funciona neste caso como um plano
suplementar capaz de aumentar os benefícios futuros”, explica Maurício
Ferreira, subdiretor de previdência do CCF.
Como em outubro do ano passado o CCF também lançou o PGBL, alguns
empregados decidiram entrar neste plano. Alguns aderiram como novos
participantes e outros decidiram transferir os recursos do plano aberto que
já possuíam anteriormente, para o novo PGBL. A vantagem oferecida pela
instituição foi uma redução da taxa de administração para os próprios
funcionários. Ao invés de cobrar a taxa de 3% do produto para pessoas
físicas, o CCF oferece o PGBL ao custo de 2% para seus empregados.
Mas a redução das taxas de administração não foi o principal fator que
atraiu a adesão do grupo. A principal vantagem de ter os dois planos é a
possibilidade de dedução das contribuições no Imposto de Renda. Como o
participante do plano fechado contribui em média com 4% do salário,
sobra ainda uma boa margem para atingir o limite de 12% de dedução no
IR.
O CCF está recebendo consultas de empresas que já possuem fundos de
pensão e que estão interessadas no PGBL. A intenção destas empresas
seria ampliar o benefício da aposentadoria complementar para o grupo de
profissionais com maiores rendimentos, revela Ferreira.

PGBL empresarial – O CCF já conseguiu vender seis planos do tipo PGBL
empresarial desde que começou a oferecer este produto no mercado a
partir do final do ano passado. Em dois destes planos, as empresas
assumem o papel de instituidoras, ou seja, também contribuem para o
PGBL. Uma delas é a Stander London Bank, que oferece o plano para 25
funcionários, e a outra é a Tok Stock, que tem 12 profissionais com PGBL.
Nos outros quatro, as empresas são apenas averbadoras, quer dizer, não
contribuem para o plano.