Governo voltará atrás e manterá a imunidade

Edição 35

Nos últimos dias de maio, os administradores de recursos já davam como
certo que a Receita Federal mudaria as regras de cobrança do IR sobre
fundos de renda fixa, garantindo a imunidade tributária para as fundações
nesse tipo de aplicação

Nos últimos dias de maio, os administradores de recursos já davam como
certo que a Receita Federal mudaria as regras de cobrança do IR sobre
fundos de renda fixa, garantindo a imunidade tributária para as fundações
nesse tipo de aplicação. O imposto, que a partir de julho passaria a incidir
diariariamente sobre o patrimônio desses fundos e a ser cobrado
semanalmente via seu CGC, deve voltar a ser cobrado novamente dos
cotistas, na data de aniversário da aplicação ou a cada 90 dias, para os
fundos com carência superior a esse prazo.
Na verdade, as mudanças na cobrança do IR só começarão a vigorar,
formalmente, a partir de 1.999, explica um dos dirigentes que participou
das negociações com o governo. Porém, um dispositivo no texto da lei
permitirá que os investidores optem por antecipar a vigência das novas
regras para julho desse ano, anulando assim, na prática, os efeitos do
pacote do final do ano passado.
Nossas informações são de que a decisão está saindo por esses dias””,
disse em 26/5, na última segunda-feira de maio, o superintendente da
Abrapp, Devanir da Silva. “”E, pelo que tenho ouvido, parece que será