BNY Mellon, Drachma e ex-dirigentes do RPPS do Tocantins têm bens...

21-09-2015  –  18:41:03

 

O Ministério Público do Tocantins conseguiu uma liminar que determina o bloqueio de R$ 64,7 milhões em bens de pessoas e empresas envolvidas nas aplicações irregulares feitas com recursos do Instituto de Gestão Previdenciária do Estado do Tocantins (Igeprev-TO). Tiveram bens bloqueados o ex-presidente do Igeprev-TO, Gustavo Furtado Silbernagel; o ex-superintendente de gestão administrativa, Edson Santana Matos; e o ex-presidente do conselho de administração, José Eduardo Siqueira Campos. Entre as pessoas jurídicas, figuram a Drachma Investimentos, Diferencial CTVM e BNY Mellon Serviços Financeiros DTVM.

A liminar é resultado de um recurso apresentado pela 22ª Promotoria de Justiça da Capital e determina que a indisponibilidade de bens deve perdura até o julgamento finais das ações. São dez ações movidas pelo MPE contra ex-dirigentes do instituto referentes a irregularidades e perdas sofridas pelo instituto, que somam R$ 263,6 milhões.

Recentemente, o Igeprev-TO reenquadrou dois dos sete fundos que se encontravam irregulares desde o ano passado. Nas duas carteiras, foram ajustados os percentuais de participação, abaixo do limite de 25% estabelecido pela legislação. Um dos fundos reenquadrados foi o Leme Brasprev FI RF LP Previdenciário CP, e o outro é o FP1 Multimercado Longo Prazo.