08-01-2018 – 12:23:56
Os investimentos estruturados da Previ tiveram alta rentabilidade na carteira dos dois planos de benefícios do fundo de pensão entre janeiro e novembro de 2017. Na carteira do Plano 1, de benefício definido (BD), o segmento gerou retornos de 26,92%. Já no Previ Futuro, de contribuição variável (CV), os estruturados rentabilizaram 53,55% entre janeiro e novembro. Investimentos no exterior também tiveram uma boa rentabilidade no período, de 20,69% para os dois planos, apesar de representarem uma pequena parte da carteira de ambos. No Plano 1, o segmento compõe 0,08% do portfólio, enquanto no Previ Futuro, exterior está em 0,12% da carteira.
Renda variável também obteve bom desempenho no período, com rentabilidade acumulada maior que a de renda fixa entre janeiro e novembro do ano passado. Na carteira do Plano 1, o segmento acumulou 11,89% de rentabilidade, e na do Previ Futuro, 19,06%. Já renda fixa encerrou novembro com rentabilidade acumulada em 8,94% na carteira do Plano 1, e em 10,25% na do Previ Futuro. Já investimentos imobiliários tiveram desempenho de 9,82% e 0,10%, respectivamente, na carteira dos planos.
Tanto o Plano 1 quanto o Previ Futuro conseguiram obter uma rentabilidade acumulada dos investimentos bem acima da meta atuarial nos 11 meses de 2017. A meta acumulada no período para os dois planos foi de 6,46%. A rentabilidade do Plano 1 ficou em 10,46%, e a do Previ Futuro, em 12,51%.
Equacionamento – Com o resultado positivo, a Previ informou que conseguirá evitar o equacionamento de déficit do Plano 1. Segundo o fundo de pensão, o plano BD teve um resultado líquido positivo de R$ 5,7 bilhões entre janeiro e novembro. “O valor é suficiente para cobrir o déficit técnico acumulado a ser equacionado, apurado em 31/12/2016, no valor de R$ 1,4 bilhão, sem a necessidade de contribuições extraordinárias”, diz a entidade em comunicado.