Elos marca sua incorporação à Pluria para o dia 1º de novembro

A Elos, fundo de pensão ligado à Axia Sul, antiga Eletrosul, definiu 1º de novembro como a data prevista para sua incorporação à Pluria, entidade criada para concentrar a administração dos planos das fundações patrocinadas pelas empresas da Axia Energia. A operação foi autorizada pela Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) em agosto e publicada no Diário Oficial da União (DOU) no dia 26 daquele mês.

Com a incorporação, a Pluria passará a administrar os cinco planos atualmente geridos pela Elos: CD Eletrosul, BD Eletrosul, Único CGT Eletrosul, NCD e Futurize. Na data efetiva da operação, a Pluria sucederá a Elos em todos os seus direitos e obrigações, com a consequente extinção da entidade incorporada.

Segundo comunicado da fundação, estão em andamento as providências operacionais, cadastrais, patrimoniais e de governança necessárias para transferir as operações ao CNPJ da Pluria. Caso alguma dessas atividades exija prazo adicional para ser concluída com segurança, a data da incorporação poderá ser alterada.

Até a data efetiva da mudança, a Elos continuará responsável pela administração dos planos, pelo pagamento dos benefícios e pelo atendimento aos participantes e assistidos. A incorporação preservará os regulamentos, os patrimônios, os saldos acumulados e os direitos e benefícios dos participantes.

O projeto de unificação das entidades patrocinadas por empresas da Axia Energia abrange Elos, Previnorte, Eletros, Fachesf e Real Grandeza. A Elos é a primeira das cinco a obter autorização da Previc e a definir uma data para a incorporação. Previnorte e Eletros já protocolaram seus pedidos, mas ainda aguardam decisão da autarquia. A Fachesf discute a proposta em seu Conselho Deliberativo, enquanto a Real Grandeza ainda não divulgou nenhuma informação sobre a discussão do tema em seu colegiado.

Após a conclusão das cinco incorporações, a Pluria deverá se tornar o quinto maior fundo de pensão do país, com patrimônio próximo de R$ 45 bilhões. A unificação busca ampliar os ganhos de escala, reduzir as despesas administrativas e concentrar a gestão previdenciária das empresas do grupo.