Levantamento preliminar realizado por uma gestora de recursos nas carteiras de fundos de investimento que possuem Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC) entre seus cotistas identificou uma exposição muito pequena a papéis de Casas Bahia.
Segundo a gestora, que pediu reserva de seu nome, foram encontradas posições apenas em alguns fundos multimercado estruturados mas em valores pouco representativos. “Estamos falando de R$ 5 mil ou R$ 10 mil”, afirmou o responsável pela asset. “Insignificante para esse tipo de investidor”.
Além disso, como as dificuldades financeiras de Casas Bahia já eram conhecidas mesmo antes do pedido de recuperação judicial, os papéis nos fundos estavam contabilizados por cerca de 30% do valor de face. “O grande prejuízo, nesses casos, já havia ocorrido”, explicou.