Ibovespa fecha em leve queda; dólar encerra o dia a R$ 5,17

O Ibovespa, principal índice da B3, fechou nesta segunda-feira (29/6) em leve queda de 0,05%, aos 173.205,35 pontos, em uma sessão de baixa liquidez e oscilações limitadas. O movimento ocorreu em descompasso com as bolsas de Nova York, onde o Dow Jones subiu 0,59%, o S&P 500 avançou 1,18% e o Nasdaq ganhou 2,07%.

O pregão foi marcado pelo menor volume de negócios, influenciado pela partida da seleção brasileira contra o Japão pela Copa do Mundo. No cenário externo, a perspectiva de retomada das negociações entre Estados Unidos e Irã ajudou a reduzir parte do prêmio de risco embutido no petróleo, embora a commodity ainda tenha fechado em alta. O Ibovespa oscilou entre 173.891,53 pontos na máxima intradiária e 172.392,54 pontos na mínima, com volume financeiro de R$ 14,4 bilhões.

Entre as blue chips, o setor bancário ajudou a limitar as perdas, com alta de 1,78% do Santander, avanço de 1,40% do Bradesco e ganho de 0,40% do Itaú. A Petrobras terminou com valorização moderada, de 0,14% nas ordinárias e 0,21% nas preferenciais, influenciada pela leve alta de 1,61% no petróleo Brent para agosto, que fechou a US$ 73,15 por barril. A Vale ficou praticamente estável, com leve baixa de 0,03%, mesmo com a alta de 0,67% do minério de ferro.

Câmbio – No mercado de câmbio, o dólar subiu 0,13%, fechando o dia em R$ 5,17, em uma sessão também marcada por menor volume de negociações e por ajustes técnicos ligados à rolagem de contratos e à formação da última Ptax de junho.

Também a deflação do IGP-M em junho e resultados de pesquisa eleitoral tiveram impacto limitado sobre o câmbio. No exterior, as atenções do mercado já se voltam para os indicadores do mercado de trabalho dos Estados Unidos, especialmente o payroll de junho, considerado um dos principais termômetros para as próximas decisões do Federal Reserve. No fim da tarde, o índice DXY recuava pouco mais de 0,20%, para 101,1 pontos.