Rentabilidade das EFPC em março ficou abaixo da meta, diz Aditus

Levantamento realizado pela consultoria de investimentos Aditus, junto a um grupo de 140 Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC), que reúnem 674 planos de benefícios e patrimônio consolidado de R$ 481 bilhões em março, aponta rentabilidade média de 0,90% no mês, 3,17% no acumulado do ano e 13,80% em 12 meses. O desempenho ficou abaixo da meta atuarial no primeiro caso e acima nos dois últimos. As metas atuariais foram de 1,33%, 3,06% e 8,87% (INPC + 4,90% ao ano) nos mesmos períodos.

Dos 671 planos analisados, os 199 de Benefício Definido (BD) registraram rentabilidade média de 1,21% em março, 2,90% no ano e 11,55% em 12 meses, frente a metas atuariais de, respectivamente, 1,34%, 3,08% e 8,98%, equivalentes a INPC + 5,00% aa.

Já os 299 planos de Contribuição Definida (CD) alcançaram rentabilidade média de 0,83% no mês, 3,31% no ano e 14,72% em 12 meses, ante metas atuariais de, respectivamente, 1,29%, 3,06% e 9,06%, correspondentes a IPCA + 4,70% aa.

Os 176 planos de Contribuição Variável (CV), por sua vez, apresentaram rentabilidade média de 0,73% no mês, 3,16% no ano e 13,61% em 12 meses, frente a metas atuariais de, respectivamente, 1,35%, 3,10% e 9,08%, equivalentes a INPC + 5,10% aa.

Carteira consolidada – Em março, a carteira consolidada do grupo estava alocada em 91,45% em renda fixa, 3,74% em renda variável, 3,20% em investimentos estruturados, 1,30% em investimentos no exterior e 0,31% em investimentos imobiliários.

No mês, os retornos da carteira consolidada foram de 1,13% na renda fixa, -1,33% na renda variável, -2,53% nos investimentos estruturados, -4,03% nos investimentos no exterior e 0,17% nos investimentos imobiliários.

No acumulado do ano, os retornos da carteira consolidada atingiram 3,10% na renda fixa, 12,13% na renda variável, -0,21% nos investimentos estruturados, -6,31% nos investimentos no exterior e 2,82% nos investimentos imobiliários.

Em 12 meses, os retornos da carteira consolidada alcançaram 13,23% na renda fixa, 39,66% na renda variável, 12,12% nos investimentos estruturados, 5,52% nos investimentos no exterior e 16,85% nos investimentos imobiliários.

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