
A previdência privada aberta — que inclui os planos VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre), PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) e tradicionais — fechou janeiro de 2026 com captação líquida de R$ 3,1 bilhões, segundo dados da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi). O montante é quase o triplo da captação líquida registrada em janeiro de 2025, de R$ 1,1 bilhão.
A captação líquida corresponde à diferença entre os aportes e os resgates. Em janeiro deste ano, foram captados R$ 15,3 bilhões e resgatados R$ 12,2 bilhões. No mesmo mês do ano passado, as captações somaram R$ 15,45 bilhões e os resgates, R$ 14,37 bilhões.
No acumulado de 12 meses até janeiro de 2026 a captação líquida foi de R$ 6,2 bilhões, resultado de captações que somaram R$ 157,2 bilhões —queda de 19,4% em relação aos 12 meses anteriores— com resgates de R$ 151 bilhões —alta de 9,4% em relação ao mesmo período anterior.
Do total captado no espaço de 12 meses até janeiro de 2026, 88% vieram dos planos VGBL, 10% dos PGBL e 2% dos planos tradicionais.
O setor de previdência aberta somava 13,7 milhões de planos em janeiro de 2026, com um total de R$ 1,8 trilhão em ativos, o que representa um crescimento de 13,2% em relação ao mesmo mês de 2025.