EFPC tiveram retorno médio de 0,99% em fevereiro, diz Aditus

Levantamento realizado pela consultoria de investimentos Aditus junto a um grupo de 140 Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC), que reúnem 671 planos de benefícios e patrimônio consolidado de R$ 477 bilhões em fevereiro, aponta rentabilidade média de 0,99% no mês, 2,26% no acumulado do ano e 14,08% em 12 meses. Os resultados superaram as metas atuariais (INPC + 4,90% ao ano) nos três períodos, que ficaram em 0,90%, 1,70% e 8,38%, respectivamente.

Dos 671 planos analisados, os 199 de Benefício Definido (BD) registraram rentabilidade média de 0,77% em fevereiro, 1,79% no ano e 11,64% em 12 meses, frente a metas atuariais de 0,91%, 1,72% e 8,48%, respectivamente, equivalentes a INPC + 5,00% aa.

Já os 296 planos de Contribuição Definida (CD) alcançaram rentabilidade média de 1,02% no mês, 2,39% no ano e 14,69% em 12 meses, ante metas atuariais de 1,03%, 1,75% e 8,65%, respectivamente, correspondentes a IPCA + 4,70% aa.

Os 176 planos de Contribuição Variável (CV), por sua vez, apresentaram rentabilidade média de 0,97% no mês, 2,38% no ano e 14,03% em 12 meses, frente a metas atuariais de 0,92%, 1,73% e 8,59%, respectivamente, equivalentes a INPC + 5,10% aa.

Carteira consolidada – Em fevereiro, a carteira consolidada do grupo estava alocada em 91,43% em renda fixa, 3,72% em renda variável, 3,18% em investimentos estruturados, 1,36% em investimentos no exterior e 0,31% em investimentos imobiliários.

No mês, o retorno consolidado foi de 0,95% na renda fixa, 3,62% na renda variável, 1,04% nos investimentos estruturados, -1,14% nos investimentos no exterior e 1,04% nos investimentos imobiliários.

No acumulado do ano, os retornos foram de 2,08% na renda fixa, 13,79% na renda variável, 2,63% nos investimentos estruturados, -3,09% nos investimentos no exterior e 3,34% nos investimentos imobiliários.

Em 12 meses, a rentabilidade consolidada atingiu 13,29% na renda fixa, 48,77% na renda variável, 15,13% nos investimentos estruturados, 3,12% nos investimentos no exterior e 21,51% nos investimentos imobiliários.

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