20-08-2015 – 16:40:47
A BB DTVM alcançou a marca de R$ 1,25 bilhão em ativos na família de fundos no exterior voltados para entidades fechadas, segundo dados referentes ao encerramento de julho. Os fundos são administrados pela BB DTVM e investem em fundos de ações no exterior que são geridos por assets globais. As carteiras incluem capital próprio (seed money) das gestoras e recursos de fundos de pensão.
“Lançamos um primeiro grupo de quatro fundos no final de 2013 com foco em global equities. Recentemente, estruturamos um segundo grupo mais voltado para o mercado de ações europeu, com gestores que seguem princípios de sustentabilidade”, diz Carlos Massaru Takahashi, presidente da BB DTVM.
Do segundo grupo de fundos, foram realizadas parcerias com a Nordea, UBS e Aberdeen. Uma outra parceria, com a J. Safra Sarasin, ainda deve resultar em um novo fundo no exterior. O fundo com a Aberdeen já conta com R$ 190 milhões de patrimônio líquido, enquanto o fundo com a UBS, já tem R$ 120 milhões, seguido pelo fundo com a Nordea, com R$ 115 milhões. “Entendemos que o portfólio atual já atende as necessidades dos investidores fundos de pensão, por isso, neste momento não pensamos em aumentar muito mais a diversidade de opções”, comenta Takahashi.
Fundos mais antigos – Do primeiro grupo, foram realizadas parcerias com a Blackrock, J.P. Morgan, Franklin Templeton e Schroders. O maior fundo deste grupo é o da Balckrock, com patrimônio de R$ 380 milhões, seguido pelo fundo com a J.P. Morga, que tem R$ 242 milhões, seguido pelo fundo com a Schroders, que apresenta R$ 197 milhões. Esta última, lançou um segundo fundo em conjunto com a BB DTVM, desta vez com foco na Zona do Euro. O fundo começa com R$ 22 milhões de capital inicial.
Já a Franklin Templeton decidiu descontinuar a parceria com a BB DTVM especificamente para o fundo no exterior. “Já fizemos várias parcerias com a Franklin Templeton em fundos multimercados e outras modalidades. Temos uma parceria de longa data, por exemplo, no primeiro fundo 80-20 que lançamos para o investidor private, foi com a Franklin”, diz Takahashi.
No futuro, o executivo não descarta o lançamento de outros fundos no exterior em parceria com a Franklin Templeton. No caso do fundo voltado para fundações, o problema é que a captação não avançou da forma que se esperava. “Neste fundo específico, como o patrimônio ficou um pouco menor, eles viram que não valia a pena continuar por causa dos custos e de questões operacionais”, conta Takahashi.