19-01-2015 – 18:01:56
Um levantamento da Towers Watson com as gestoras de recursos com as quais tem relacionamento mostrou que, em dezembro de 2014, as fundações brasileiras tinham a sua disposição 24 fundos de investimento que se beneficiam da rentabilidade de ativos no exterior, seja via aplicação direta ou via fundo de BDRs. O patrimônio somado desses fundos superava R$ 1,8 bilhão na data do levantamento.
Dentre esses fundos, o FIA BDR Nível 1 do Bradesco era o maior de todos. Foi lançado em dezembro de 2011 e contava na data do levantamento com PL de R$ 436,1 milhões. A seguir vinham o do HSBC, o Global Developed Markets, que foi lançado em junho de 2013 e contava com um PL de R$ 354,7 milhões. O terceiro era o da BlackRock, disponível desde outubro de 2013 em parceria com a BB DTVM, e que somava R$ 281,6 milhões de PL.
Dos 24 fundos, oito tinham o S&P 500 dos Estados Unidos como benchmark, com outros sete mantêm o MSCI World como referencial.
Da lista da Towers Watson, Bradesco e BNP Paribas lideram com maior quantidade de fundos da modalidade voltados para fundos de pensão, com quatro fundos cada. Além do fundo de BDRs, o Bradesco tem o Bradesco Global, Bradesco Australasia (Ásia mais Austrália exceto Japão) e o Bradesco Andes. Já o BNP Paribas tem o Acess Global Stars, o Acess Europe, o Acess USA Companies, e o Acess Equity World, que é o fundo mais antigo do levantamento, de setembro de 2011. O mais recente é o Western Asset BDR Nível I, de maio de 2014.